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Nvidia lança plataforma Vera Rubin no CES 2026

  • Foto do escritor: Marcelo Ramos
    Marcelo Ramos
  • há 2 dias
  • 3 min de leitura

Nvidia apresenta a plataforma Vera Rubin no CES 2026 e reforça a aposta em “IA física”. Entenda o anúncio e os impactos no mercado.



A Nvidia anunciou no CES 2026 a plataforma Vera Rubin, um pacote que combina CPU, GPU e rede para IA em escala. O detalhe mais importante não é só performance: a empresa posiciona o lançamento como base para a próxima fase, a chamada “IA física”, com robôs, veículos autônomos e aplicações no mundo real.

A Nvidia descreve a Vera Rubin como uma plataforma de computação para IA que integra vários componentes em um “conjunto” pensado para operar como um supercomputador em rack. Entre os elementos citados estão CPU, GPU, interconexões e componentes de rede.

 

Esse tipo de abordagem importa porque, em IA, gargalos não estão só no chip:

  • comunicação entre GPUs

  • throughput de rede

  • eficiência e confiabilidade em escala

 

Segundo a cobertura, a Nvidia afirma que a GPU Rubin pode entregar ganhos significativos em treinamento (comparada à geração anterior citada) e destacou uma arquitetura pensada para treinar modelos complexos com menos GPUs e custo menor por token em certos cenários.

Em anúncios de hardware, “até X vezes” geralmente depende de:

  • tipo de modelo

  • configuração de cluster

  • software e otimizações

 

Um ponto citado foi a presença de recursos de computação confidencial (tratando de segurança e isolamento em ambientes compartilhados). Isso é relevante porque empresas que lidam com dados sensíveis exigem garantias para rodar IA sem exposição. 

Para o mercado, isso significa:

  • mais empresas considerando IA em produção

  • mais aplicações corporativas (além de “experimento”)

  • pressão por compliance e boas práticas

 

Na apresentação, a Nvidia também reforçou uma visão de “IA física”, focada em sistemas que percebem e atuam no mundo, como robôs e veículos. Houve menção a investimentos e movimentações voltadas a esse tipo de aplicação.

Onde isso pode aparecer primeiro (pelo que o mercado vem mostrando)

  • robótica em logística e indústria

  • assistência doméstica limitada (tarefas específicas)

  • veículos com autonomia em ambientes controlados

 

Mesmo sendo um anúncio “de chip”, ele afeta redes sociais em dois caminhos:

1) Aceleração da criação e edição assistida por IAQuanto mais poder computacional e mais eficiência, mais recursos de IA chegam aos apps de criação, edição e automação.

2) Aumento do volume de conteúdo competitivoMais IA disponível significa mais gente produzindo em escala. Isso reforça a importância de:

  • clareza do tema

  • utilidade prática

  • diferenciação real

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A Nvidia não vende apenas chip: ela vende “a plataforma”. Quando o ecossistema encaixa (hardware, software, redes), a barreira para concorrentes cresce.

E isso se conecta diretamente com como marcas devem atuar em 2026:

  • menos “tática solta”

  • mais “sistema” de conteúdo, distribuição e captura de demanda

 

A plataforma Vera Rubin é mais do que um lançamento de hardware: ela reforça a estratégia da Nvidia de continuar dominando a infraestrutura que sustenta IA em escala e, ao mesmo tempo, abrir caminho para aplicações de “IA física”. Para o mercado, isso significa mais competição por eficiência e por ecossistemas completos. Para criadores e empresas, significa que a velocidade com que novas capacidades chegam aos produtos vai aumentar, e a diferença estará em quem comunica e aplica melhor essas mudanças.


 
 
 

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